Quem gosta de portabilidade e potência em um único aparelho já sabe que os notebooks gamers podem realmente oferecer essa dupla de características. E a mais nova opção para os brasileiros está chegando pela Avell. Trata-se do aparelho G1742, que apresenta configurações realmente poderosas e vários recursos que vão deixar até mesmo os mais exigentes de boca aberta.
Quando falamos em games, logo pensamos em gráficos de última geração. E o G1742 não deixa nada a desejar nesse sentido. Com duas placas AMD HD Radeon 7970M, o notebook consegue realizar funções gráficas com velocidade e qualidade. Ao mesmo tempo, o computador também traz um processador Intel Core Ivy Bridge e pode ser equipado com até 32 GB de memória RAM.
Outros recursos bastante legais estão no teclado. Além de contar com a iluminação das teclas para facilitar a utilização em ambientes com pouca luz, o notebook ainda possui alguns destaques em teclas que são utilizadas na grande maioria dos games. Tudo para deixar ainda mais completa a experiência dos consumidores.

(Fonte da imagem: Divulgação/Avell) Tela e áudio
Geralmente, o áudio dos notebooks é bastante inferior aos conseguidos por sistemas mais robustos. A Avell promete que isso não se estende ao G1742, pois ele foi construído com um sistema da Onkyo –contando ainda com um subwoofer integrado para melhor qualidade nos graves.
Quanto à tela, o aparelho oferece 17,3 polegadas com proporção 16:9. A resolução é Full HD, garantindo o melhor das imagens para games e vídeos reproduzidos no sitema. No site oficial da Avell, você pode adquirir os notebooks G1742 pelo preço de R$ 8.699 – ou R$ 7.871 em pagamentos por boleto ou depósito bancário.
Avell G1742
Processador: Intel Core i7-3610QM;
Clock do processador: 2,3 GHz (até 3,3 GHz);
Memória RAM: 16 GB DDR3 (suporte para até 32 GB);
Clock de memória: 1.333 MHz;
Memória de armazenamento: HD de 1 TB, mais SSD de 120 GB;
Drive óptico: Leitor de Blu-ray, CDs e DVDs; gravador de CDs e DVDs;
Tela: 17,3 polegadas;
Resolução: 1920x1080 pixels;
Placa de vídeo: duas AMD Radeon HD 7970M;
Conexões: HDMI, DisplayPort, USB 3.0, eSata, RJ45, S/PDIF, fone e microfone.
Fonte: Avell
Nem todas as informações sobre uma empresa são de conhecimento do público. Muitas vezes, por razões comerciais, divulgar algum dado confidencial pode fazer com que as ações de uma companhia caiam e, além disso, outras empresas podem acabar indo na onda adotando políticas semelhantes.
O site Market Watch publicou nesta semana um artigo em que lista algumas informações sobre a Google que talvez você até já saiba, mas que com certeza nunca verá nas propagandas da empresa. Afinal, não é do interesse dele que esse tipo de informação acaba se tornando muito popular.
Eles sabem o que você faz na internet
Você já deve saber que, quando está logado com uma conta do Google, todos os seus dados de navegação são coletados e, a partir do seu comportamento, a empresa consegue retornar anúncios publicitários mais adequados ao seu perfil. Mas como isso exatamente acontece? Ninguém sabe.
Os algoritmos usados para essa finalidade, bem como a maneira como os dados são cruzados, são tratados como “segredo de Estado” pela companhia. Sim, você pode optar por não participar das pesquisas, mas encontrar as opções de desvinculação nem sempre é uma tarefa simples e muito sequer imaginam que isso é possível.
Eles estão muito preocupados com os vírus
“O Android é o Velho Oeste dos aplicativos”. A frase é de Nick Holland, analista do Yankee Group. Segundo ele, a “terra sem lei” em que os apps podem se propagar sem muito controle pode fazer com quem, no futuro, o Android se torne um verdadeiro paraíso para os hackers.
A maioria dos usuários ainda dispensa o uso de um antivírus no smartphone e é justamente aí que reside o problema. Por outro lado, a Google não faz questão alguma de incentivar o uso de aplicativos do gênero, uma vez que isso poderia denotar uma sensação de que o Android é um SO inseguro.
Eles pretendem controlar a sua opinião
Imagine que você entra em uma livraria de um shopping e, dentro dela, ao lados dos livros, várias pessoas estão ali dizendo se gostaram ou não da publicação — ainda que não tenham lido o livro. É mais ou menos assim que funciona o sistema de comentários sobre um produto. Muitas vezes, as informações dos consumidores podem ser determinantes para que você compre ou não alguma coisa.
Mas e quando esses comentários são negativos? Um estudo realizado pela Forrester Research revelou que o livro “Jogos Vorazes” é mais bem avaliado no site da Amazon do que na loja da Google. A consequência disso é que o índice de compras no site da empresa de Jeff Bezos é maior do que na BookStore da Google. A empresa não está satisfeita com esse tipo de comportamento e estuda um jeito de selecionar melhor os comentários que exibe.
O Google Books está ficando para trás
As vendas de livros digitais estão crescendo em todos os países, em especial nos Estados Unidos. Entretanto, a maior beneficiada nesse novo cenário é a Amazon, que tem visto as suas vendas aumentarem exponencialmente, o que não acontece no mesmo ritmo na loja da Google.
O que acontece é que, ao menos nos EUA, as pessoas já criaram o hábito de associar a Amazon com livros digitais. Muitos consumidores sequer sabem da existência de uma Book Store do Google e, por conta disso, esse é um mercado em que a Google está muito longe em se tornar uma referência.
Escritórios legais são uma verdadeira armadilha
As fotos dos escritórios da Google impressionam qualquer um. Decoração atraente, alimentação e muitas áreas de lazer. Além disso, benefícios não faltam na folha de pagamento. Quem não gostaria de ter um emprego como esse, não é mesmo? Contudo, tantas regalias podem ter um alto preço.
Segundo alguns especialistas em relações de trabalho, ambientes como esse estimulam os funcionários a passarem mais tempo em função das suas atividades. A jornada de 8 horas diárias, por exemplo, acaba se misturando com o tempo de lazer e, no final das contas, a Google conta com uma legião de pessoas respirando trabalho muitas vezes mais de 16 horas por dia, o que a longo prazo pode não ser saudável.
Fonte: Avell
(Fonte da imagem: Divulgação/Avell)
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Quando falamos em games, logo pensamos em gráficos de última geração. E o G1742 não deixa nada a desejar nesse sentido. Com duas placas AMD HD Radeon 7970M, o notebook consegue realizar funções gráficas com velocidade e qualidade. Ao mesmo tempo, o computador também traz um processador Intel Core Ivy Bridge e pode ser equipado com até 32 GB de memória RAM.
Outros recursos bastante legais estão no teclado. Além de contar com a iluminação das teclas para facilitar a utilização em ambientes com pouca luz, o notebook ainda possui alguns destaques em teclas que são utilizadas na grande maioria dos games. Tudo para deixar ainda mais completa a experiência dos consumidores.
(Fonte da imagem: Divulgação/Avell) Tela e áudio
Geralmente, o áudio dos notebooks é bastante inferior aos conseguidos por sistemas mais robustos. A Avell promete que isso não se estende ao G1742, pois ele foi construído com um sistema da Onkyo –contando ainda com um subwoofer integrado para melhor qualidade nos graves.
Quanto à tela, o aparelho oferece 17,3 polegadas com proporção 16:9. A resolução é Full HD, garantindo o melhor das imagens para games e vídeos reproduzidos no sitema. No site oficial da Avell, você pode adquirir os notebooks G1742 pelo preço de R$ 8.699 – ou R$ 7.871 em pagamentos por boleto ou depósito bancário.
Avell G1742
Processador: Intel Core i7-3610QM;
Clock do processador: 2,3 GHz (até 3,3 GHz);
Memória RAM: 16 GB DDR3 (suporte para até 32 GB);
Clock de memória: 1.333 MHz;
Memória de armazenamento: HD de 1 TB, mais SSD de 120 GB;
Drive óptico: Leitor de Blu-ray, CDs e DVDs; gravador de CDs e DVDs;
Tela: 17,3 polegadas;
Resolução: 1920x1080 pixels;
Placa de vídeo: duas AMD Radeon HD 7970M;
Conexões: HDMI, DisplayPort, USB 3.0, eSata, RJ45, S/PDIF, fone e microfone.
Fonte: Avell
Nem todas as informações sobre uma empresa são de conhecimento do público. Muitas vezes, por razões comerciais, divulgar algum dado confidencial pode fazer com que as ações de uma companhia caiam e, além disso, outras empresas podem acabar indo na onda adotando políticas semelhantes.
O site Market Watch publicou nesta semana um artigo em que lista algumas informações sobre a Google que talvez você até já saiba, mas que com certeza nunca verá nas propagandas da empresa. Afinal, não é do interesse dele que esse tipo de informação acaba se tornando muito popular.
Eles sabem o que você faz na internet
Você já deve saber que, quando está logado com uma conta do Google, todos os seus dados de navegação são coletados e, a partir do seu comportamento, a empresa consegue retornar anúncios publicitários mais adequados ao seu perfil. Mas como isso exatamente acontece? Ninguém sabe.
Os algoritmos usados para essa finalidade, bem como a maneira como os dados são cruzados, são tratados como “segredo de Estado” pela companhia. Sim, você pode optar por não participar das pesquisas, mas encontrar as opções de desvinculação nem sempre é uma tarefa simples e muito sequer imaginam que isso é possível.
Eles estão muito preocupados com os vírus
“O Android é o Velho Oeste dos aplicativos”. A frase é de Nick Holland, analista do Yankee Group. Segundo ele, a “terra sem lei” em que os apps podem se propagar sem muito controle pode fazer com quem, no futuro, o Android se torne um verdadeiro paraíso para os hackers.
A maioria dos usuários ainda dispensa o uso de um antivírus no smartphone e é justamente aí que reside o problema. Por outro lado, a Google não faz questão alguma de incentivar o uso de aplicativos do gênero, uma vez que isso poderia denotar uma sensação de que o Android é um SO inseguro.
Eles pretendem controlar a sua opinião
Imagine que você entra em uma livraria de um shopping e, dentro dela, ao lados dos livros, várias pessoas estão ali dizendo se gostaram ou não da publicação — ainda que não tenham lido o livro. É mais ou menos assim que funciona o sistema de comentários sobre um produto. Muitas vezes, as informações dos consumidores podem ser determinantes para que você compre ou não alguma coisa.
Mas e quando esses comentários são negativos? Um estudo realizado pela Forrester Research revelou que o livro “Jogos Vorazes” é mais bem avaliado no site da Amazon do que na loja da Google. A consequência disso é que o índice de compras no site da empresa de Jeff Bezos é maior do que na BookStore da Google. A empresa não está satisfeita com esse tipo de comportamento e estuda um jeito de selecionar melhor os comentários que exibe.
O Google Books está ficando para trás
As vendas de livros digitais estão crescendo em todos os países, em especial nos Estados Unidos. Entretanto, a maior beneficiada nesse novo cenário é a Amazon, que tem visto as suas vendas aumentarem exponencialmente, o que não acontece no mesmo ritmo na loja da Google.
O que acontece é que, ao menos nos EUA, as pessoas já criaram o hábito de associar a Amazon com livros digitais. Muitos consumidores sequer sabem da existência de uma Book Store do Google e, por conta disso, esse é um mercado em que a Google está muito longe em se tornar uma referência.
Escritórios legais são uma verdadeira armadilha
As fotos dos escritórios da Google impressionam qualquer um. Decoração atraente, alimentação e muitas áreas de lazer. Além disso, benefícios não faltam na folha de pagamento. Quem não gostaria de ter um emprego como esse, não é mesmo? Contudo, tantas regalias podem ter um alto preço.
Segundo alguns especialistas em relações de trabalho, ambientes como esse estimulam os funcionários a passarem mais tempo em função das suas atividades. A jornada de 8 horas diárias, por exemplo, acaba se misturando com o tempo de lazer e, no final das contas, a Google conta com uma legião de pessoas respirando trabalho muitas vezes mais de 16 horas por dia, o que a longo prazo pode não ser saudável.
Fonte: Avell
(Fonte da imagem: Divulgação/Avell)
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